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There is a light that never goes out
E na vontade de não parar, de não me ater, de não pensar, vou a São Paulo. Engraçado que, pensando agora, a paulicéia me parece um grande quadro sumi-ê ou uma verdadeira noite suja. É que ando meio adepta de Derrida, se é que me entendem. Enfim... Gostaria de conhecer algumas pessoas e reencontrar outras. Mantenham contato. E cuidem do quintal. |
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Sambando na lama de sapato branco
Por vezes o melhor é não entender. Não entender o desejo dos outros, os processos alheios e até mesmo as próprias motivações. O hermetismo mais do que nunca torna-se um instrumento de sobrevivência. |
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Resoluções 2005 versão 3.1 com Vellocet
- Ser menos rabugenta - Superar as próprias pregações moralistas - Ganhar (muito) dinheiro regularmente |
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Ah, o Natal
Depois de ouvir a situação da minha vida numa música dos Tribalistas e suspirar com os versinhos (?) da Mariah Carey, finalmente fui salva pela Fiona Apple. PS: Em breve, a famigerada listinha besta brega e clichezona de início de ano |
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Salmões no sal, em geral, fazem
Quando a mulata Tereza disse adeus, Floriano não acreditou. Se jogou contra o corpo moreno e se arrastou e a arranhou. Deu pra maldizer aqueles beijos, esconjurar aqueles pêlos, a se vingar a qualquer preço. O que Floriano não percebia é que assim ia adorando Tereza pelo avesso, gemendo baixinho atrás da porta, pra mostrar que ainda era seu. |
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Sr. Schönbrunn
Mais careta impossível a Bienal deste ano. Digna de bocejos, se não fosse a companhia do menino ensimesmado. |
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Interlúdio
Bem, vou sair. Não trabalhe muito, faz mal à cabeça e ao espírito. Peça demissão. Beijo. PS: Paulistanos queridos, entrem em contato. Vamos nos perder em 7 maravilhosas noites sujas da paulicéia. |

Arquivos
Christiane, 32 anos. Brasiliense. slamgirl[at]hotmail.com

