
|
Um copo de cólera
Alguém me disse que quando sumo por um longo período é que estou trepando muito. A verdade é que engoli uma espinha de peixe-espada que me rasgou a garganta e não me deixa falar. Estive na Sicília. E na Grécia. Por lá, segui os passos de Mayol. Horas e horas de mergulho e apnéia. Desci no mar fundo como nas imagens de Besson e fui, em camera lenta, até onde permitem a náusea e a vertigem. Terminarei fazendo como ele mesmo fez: perder-se naquela paz e naquele silêncio, deixando Joana ao léo. |
|
|
|
Ele puxa no umbigo até matar - ou - Chamada em espera
Eu preciso mudar alguma coisa no meu continuum espaço-tempo. Imediatamente. Aí ou colho os louros da vitória ou me fodo no final. Boas opções, ambas. |
|
Que puxa
Brasília continua com a mesma chuva idiota. E na abadia de Thelema, comi tal qual Pantagruel. |
|
There is a light that never goes out
E na vontade de não parar, de não me ater, de não pensar, vou a São Paulo. Engraçado que, pensando agora, a paulicéia me parece um grande quadro sumi-ê ou uma verdadeira noite suja. É que ando meio adepta de Derrida, se é que me entendem. Enfim... Gostaria de conhecer algumas pessoas e reencontrar outras. Mantenham contato. E cuidem do quintal. |
|
|
|
Sambando na lama de sapato branco
Por vezes o melhor é não entender. Não entender o desejo dos outros, os processos alheios e até mesmo as próprias motivações. O hermetismo mais do que nunca torna-se um instrumento de sobrevivência. |
|
Resoluções 2005 versão 3.1 com Vellocet
- Ser menos rabugenta - Superar as próprias pregações moralistas - Ganhar (muito) dinheiro regularmente |
|
Ah, o Natal
Depois de ouvir a situação da minha vida numa música dos Tribalistas e suspirar com os versinhos (?) da Mariah Carey, finalmente fui salva pela Fiona Apple. PS: Em breve, a famigerada listinha besta brega e clichezona de início de ano |
|
|

Arquivos
Christiane, 32 anos. Brasiliense. slamgirl[at]hotmail.com

