0     11:07 PM
...

No hay banda
0     11:34 PM
O sono, oh céus... Onde andará?

Então que vou outra vez para além do arco-íris. E vou bater os sapatinhos mas... Será? Sabe, eu sou uma moça suspirante. Não parece, eu sei. Na verdade só alguns poucos moços sabem disso. Eu até chorei em Jerry Maguire, mas... O que estou dizendo? De volta na segunda-feira. Com muito açúcar. Ou não.
0     9:31 PM
No fantástico país dos exames laboratoriais II

Você já viu sangue esguichar do seu próprio corpo? Pois é...
0     11:18 PM
A cantora gritante

"Cantava tão bem
Subiam-lhe oitavas
Tantas tão claras
Na garganta alva
Que toda vizinhança
Passou a invejá-la.
(As mulheres, eu digo,
porque os maridos
às pampas excitados
de lhe ouvir os trinados,
a cada noite
em suas gordas consortes
enfiavam os bagos).
Curvadas, claudicantes
De xerecas inchadas
Maldizendo a sorte
Resolveram calar
A cantora gritante.
Certa noite... de muita escuridão
De lua negra e chuvas
Amarraram o jumento Fodão a um toco negro.
E pelos gorgomilos
Arrastaram também
A Garganta Alva
Pros baixios do bicho.
Petrificado
O jumento Fodão
Eternizou o nabo
Na garganta-tesão... aquela
Que cantava tão bem
Oitavas tão claras
Na garganta alva.

Moral da estória: Se o teu canto é bonito, cuida que não seja um grito"

Hilda Hilst
0     7:04 PM
Hm

Essa porra está, sem querer, parecendo alto-ajuda. Vou começar a escrever umas sacanagens. Juro.
0     11:14 PM
Explicando coisas óbvias de forma complexa

Às vezes, o caminho é melhor que o destino. Às vezes, o simples fato de começar uma viagem já provoca uma transformação. Às vezes, o bacana é viajar sem destino, parando nos lugares mais agradáveis. Às vezes, é preciso trilhar um caminho único. Às vezes, São Paulo vira uma novela mexicana.

0     2:40 PM
Um copo de cólera

Alguém me disse que quando sumo por um longo período é que estou trepando muito. A verdade é que engoli uma espinha de peixe-espada que me rasgou a garganta e não me deixa falar. Estive na Sicília. E na Grécia. Por lá, segui os passos de Mayol. Horas e horas de mergulho e apnéia. Desci no mar fundo como nas imagens de Besson e fui, em camera lenta, até onde permitem a náusea e a vertigem. Terminarei fazendo como ele mesmo fez: perder-se naquela paz e naquele silêncio, deixando Joana ao léo.
0     7:02 PM
0     11:34 PM
Ele puxa no umbigo até matar - ou - Chamada em espera

Eu preciso mudar alguma coisa no meu continuum espaço-tempo. Imediatamente. Aí ou colho os louros da vitória ou me fodo no final. Boas opções, ambas.
0     4:23 PM
Que puxa

Brasília continua com a mesma chuva idiota. E na abadia de Thelema, comi tal qual Pantagruel.

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Christiane, 32 anos. Brasiliense. slamgirl[at]hotmail.com

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