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Sobre a babaquice de não poder elogiar os do mesmo sexo
E agora que já passou muito tempo eu posso dizer o que mais me irrita no babaca diretor de programação da Mtv com essa história de não ter mais clipe, que quem quiser que veja no youtube. Para isso darei um exemplo prático: veja só este clipe. Ela trata basicamente da maravilhosa bunda rebolativa da gostosa (que já fica muito bem comprovada antes de completar 10 segundos de vídeo). Mas é só em algo de pelo menos 29 polegadas que, aos 2:13 minutos de vídeo, quando toda aquela pujança mergulha ao chão e invade a tela que você solta um suspiro e quase morre de tanta inveja. Coisa que você nem faz idéia nessa telinha furreca de baixa resolução. Mas assim, nem de longe. PS: O moço, em compensação, é muito mal fornido. Pena. Atualização: Só depois vi nos comentários que não fui a única a notar *cof!* essa parte específica do clipe. Obrigada pelo aviso, Guilherme! |
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Sim, eu sou muito evoluída
A ultima vez (talvez a única) que eu tive essa história de ex-amigo/a foi aos 16 anos. E ela era bem babaca mesmo. Mas a verdade é que ela nunca foi minha amiga e eu que tinha sido idiota (e eu bem sabia disso). Eu sou da política que certas coisas só precisam acontecer uma vez pra se aprender a lição. E amizades destrutivas (fique implícito um laço forte de querer bem e oh, a amizade e tal, né? não o coleguinha que você até conta as suas histórias e sai vez ou outra) é muito coisa de imaturidade afetiva mesmo. É por isso que toda vez que eu fico sabendo de história de ex-amigos entre pessoas adultas eu não posso deixar de achar tudo meio ridículo e desnecessário. |
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Por enquanto
E nessa segunda-feira tão corrida passada em Brasília senti um aperto no peito. A minha cidade é linda. Mesmo com o cerrado ressequido, a grama como palha, se caminha pela avenida toda ladeada de ipês floridos, naquela imensidão toda amarela. |
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As pernas um pouco mais lambidas
Calvino continua me deixando muito incrível. Seu primeiro livro que li foi Seis Propostas para o Próximo Milênio. De fato, não é a melhor opção pois lá ele conta muito do enredo de outros livros (inclusive de outros autores) ao falar dos valores literários que precisam e merecem ser mantidos. Mas foi exatamente isso que me deixou curiosa. Um dos temas tratados era a exatidão. Recentemente terminei as Fábulas Italianas (que não é o meu favorito, mas as histórias também não são dele). Logo depois comecei um livro (muito mal escrito, diga-se) de 300 folhas e já na 50° página me parecia que demorava muito pra chegar ao cerne da questão. Foi aí que me lembrei de Fábulas e das propostas. As histórias curtinhas que recheiam este livro têm em média apenas 3 páginas e por vezes percorrem muitos anos e são cheias de reviravoltas e detalhes. Mas Italo Calvino consegue dizer tudo mesmo quando não usa as palavras. *suspiro* PS: Eu sei que o sistema de comentários tá uma bosta. Então párem de mandar e-mail reclamando e mandem e-mail comentando, oras! |

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Christiane, 32 anos. Brasiliense. slamgirl[at]hotmail.com
