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1) Onde está seu celular? Ao lado do teclado, mas desligado
2) E o namorado? Quem? 3) Cor do cabelo? Castanho escuro 4) O que mais gosta de fazer? Dormir, cagar, comer e trepar (não necessariamente nessa ordem) 5) O que você sonhou na noite passada? Que levava um tiro na boca 6) Onde você está? Em casa 7) Onde você gostaria de estar agora? Aqui mesmo, mas fazendo coisas impublicáveis 8) Onde você gostaria de estar em seis anos? Num apartamento próprio, bem decorado, num bairro cheio de árvores e com uma pracinha 9) Onde você estava há seis anos? Em Brasília, de coração partido, escrevendo melhor, tirando muitas fotos e chorando a morte da minha gata querida (faz 6 anos daqui 3 dias) 10) Onde você estava na noite passada? Em casa, podre e com o nariz escorrendo 11) O que você não é? Empolgada 12) O que você é? Preguiçosa 13) Objeto do desejo? Sapato oxford 14) O que vai comprar hoje? Remédio anti-gripal 15) Qual sua última compra? Leite e pão 16) A última coisa que você fez? Assoei o nariz (pela milésima vez) 17) O que você está usando? Pijama de ursinho 19) Seu cachorro? Nenhum cachorro. Um gato cinza gigantesco, peludo e sem-vergonha 20) Seu computador? Não bom o suficiente pra rodar The Sims 3 21) Seu humor? Tédio 22) Com saudades de alguém? Carola!!! 23) Seu carro? Peugeot 206 24) Perfume que está usando? Só em ocasiões especiais 25) Última coisa que comeu? Macarrão e filé 26) Fome de quê? Agora nada. Chega de gordura nessa vida 27) Preguiça de… ? Viver. Tá foda 28) Próxima coisa que pretende comprar? O sapato Oxford 29) Seu verão? Em Brasília, provavelmente 30) Ama alguém? Muitas pessoas e um gatinho sujo 31) Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Sob efeito de drogas 32) Quando chorou pela última vez? No cinema, não faz muito tempo... Droga! Não consigo lembrar o filme Não me lembro onde foi que vi, mas indico o memê para a Carambola e quem mais quiser |
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Foi bom ter lido este post. Me fez lembrar algumas coisas que eu já vinha pensando há muito tempo. Mas, antes de tudo, preciso dizer que me incomoda profundamente esse tipo de comparação baseada somente no peso porque - verdade seja dita - elas costumam ser escritas por pessoas que são/se acham gordas(a autora mesma diz que não é gorda, mas cheguei até lá através de uma indicação orgulhosa de uma declaradamente gorda). Espero não estar fazendo uma linha de raciocínio fácil, dizendo que magros/gostosos são de fato mais interessantes e sensuais portanto não perdem seu tempo elucubrando sobre isso ou justificando seu sex-appeal (até porque, espero que fique claro mais pra frente, eu não quero discutir aqui a relação peso e sucesso afetivo, mas o que eu considero uma verdadeira burrice quando o assunto é relacionamentos). Mas, né? De fato parece ser uma teoria que não lhes interessa.
Mas antes de continuar eu quero deixar claro que, por conta disso e por algum motivo que eu não sei analisar direito (e eu não descarto a hipótese de preconceito), eu sempre fico com a impressão que nesse tipo de afirmação tem um subtexto de recalque sim. Continuando... O problema real daquela situação, para mim, é o critério de seleção de cada um. Eu convivo muito mais com pessoas magras que gordas, então não sei se sou uma boa fonte de observação da realidade, mas o que eu percebo de modo geral como problema entre as minhas amigas magras-bonitas-interessantes-e-solteiras (que acontece igualmente com as gordas-bonitas-interessantes-e-solteiras) é que elas só costumam se interessar por caras babacas. Num esquema que, ao meus olhos, é bem claro perceber uma auto-sabotagem funcionando ali. Daí, na falta de perícia para perceber o que realmente importa e tentando recuperar a auto-estima perdida elas acabam caindo em outra armadilha: apertam ainda mais os seus critérios (errados, provavelmente) de seleção vendo defeito em tudo e, quando não aguentam mais de carência, acabam ficando com o primeiro moço que aparece dando mole. Alimentando assim o ciclo vicioso de desilusão amorosa, solteirice e frustração. Talvez exatamente pelas gordas não serem o primeiro alvo de interesse masculino elas têm mais oportunidade de amadurecer o que deve ser considerado como valores que realmente importam na hora do telecatch. Isso e, claro, expectativas mais reais do que se pode esperar de um relacionamento. De modo que o sucesso das gordinhas - como disse a moça do post - "é extrair da vida a alegria" ao invés da chatice das magras. A dedução faz sentido, mas mesmo essa conclusão me parece simplista e um pouco apressada (porque, afinal, eu realmente não acho que peso seja determinante no estado civil ou "inteligência emocional" de alguém), de modo que agora quero perder tempo num achismo que me parece mais relevante. *O que me incomodou (e incomoda de modo geral) é o argumento de o que conta é estar acompanhada, não BEM acompanhada. O valor maior para uma mulher (magra ou não), parece, é ter um homem. Se for um cara legal, porra que lucro! Me parece natural que pessoas que se amam (independente do peso) sejam bem mais criteriosas na hora de escolher o parceiro e que, por conta disso, talvez elas passem mais tempo procurando. E daí? Para algumas pessoas a felicidade pode estar mais próxima na solidão permeada de relações enventuais, por que não? Mas a verdade é que se você é mulher e está solteira há mais de 5 anos e arrumar um marido não é a sua prioridade ou sequer está na sua lista de desejos, tem alguma coisa errada com você. Por que esse valor todo em estar acompanhada? Isso me faz lembrar o livro - que eu não li, mas o nome diz muito - "Não sou feliz, mas tenho marido". Por que uma mulher não pode ser feliz solteira aos 80 anos? Acho que esse tipo de valor é muito mais determinante para aquele ciclo de frustração que eu citei lá em cima (e consequentemente para a solidão de magras e gordas) do que necessariamente seu peso. Em última análise, na Christianelândia (que é onde eu posso cagar regra), quem não consegue ser feliz sozinho provavelmente não vai se dar muito bem acompanhado... * Quero deixar claro que eu não estou dizendo que a Cláudia esteja apregoando que ter um namorado seja lucro em si. Aliás, nem é essa a questão ali. Mas eu me pergunto se esse não é um ranço cultural que todas nós mulheres temos lá no fundo. |
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Sobre essa fixação por aqui de neguinho andar na contração toda semana eu só tenho uma coisa a dizer: Foi Nina Persson quem lançou a tendência. PS1: Há variações de final deste vídeo, mas né? Maior preguiça de procurar. PS2: Há inúmeros outros casos escrotos como esses, mas né? Maior preguiça de procurar. PS3: Qual é o milagre do rejuvenescimento dela no passar dos anos, afinal? |
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Foi-se o vermelhão colérico do layout antigo e entram agora os tons delicados do lavanda. Embora nunca tenha sido sugerido, as configurações que esse blog já tomou em todos esses anos sempre tiveram correspondência com meu estado de alma. Ponto pra ele, que mesmo sem saber (ou sabe?) sempre consegue imprimir visualmente o que, de fato, esse blog representa: o poço profundo das minhas impressões e notas mentais.
Mas não se engane: Por trás de toda essa a candura, a inspiração do novo layout - nas palavras do próprio autor - veio de um livro que "ensina o problema que é ter uma vida sexual em 1930". E, de fato, nem tudo é o que parece por aqui... Eu ainda posso cagar muita coisa nesse template novo, então por esses dias as coisas podem ficar meio esquisitas. Agora que eu descobri o maravilhoso mundo dos títulos para posts vou ter que editar um por um. A preguiça é muita, mas ao final vai ficar mais bonitinho mesmo. Eu ainda não me acostumei com essas letras grandes e pode ser que eu reveja isso depois. * Referência ao famoso site . Porque meu blog também é bem vestido. |
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Já é a quarta vez que eu tiro foto 3x4 na esperança de que possa ser melhor e que eu me ache menos gorda. Daí ontem, pensando em quão maravilhosa a velha foto da minha identidade era (o possível dentro da realidade das fotos 3x4) resolvi fazer uma comparação com a mais recente e achei a antiga simplesmente HORRÍVEL.
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Comprei uma espécie de Moleskine menor, capa dura e TODO ILUSTRADO COISA MAIS LINDA DA VIDA. Tipos que nunca mais escrevo aqui.
Sem contar o conjunto de caderninhos para escrever em cada estação do ano. Meu coração apertou muito em saber que, na época em que seria perfeito tê-los, já não mais estarão à venda. |
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Christiane, 32 anos. Brasiliense. slamgirl[at]hotmail.com
