0     1:21 PM
Minha vida é um filminho cretino cheio de plot twist do mal quando você acha que as coisas finalmente vão dar certo

PS: Tolinhos. Já falei do meu talento pra autocomiseração aqui. Acontece que eu tenho um mantra. E se ele fosse traduzido como a música que sobe nos créditos finais do meu filminho, com certeza seria esta aqui
0     9:29 PM
Passei tantos anos batalhando pra achar uma brecha em coração alheio que, agora, fico perplexa quando acontece tão imediatamente
0     4:06 PM
Moulin Rouge é um filme que me dói como Dançando no Escuro. Nunca assistiria novamente
0     2:21 PM
Entrei profundamente na minha caverna, mas também só encontrei um pinguim
0     10:50 AM
"O amador que volta para casa com inúmeras fotografias não é mais sério que o caçador, regressando do campo com massas de animais abatidos que só têm valor para o comerciante. Na verdade, não está longe o dia em que haverá mais folhas ilustradas que lojas vendendo caças ou aves".

Me intriga sobremaneira como se possa passar anos convivendo com uma pessoa sem se observar o óbvio. Há 2 anos que meu doutorado é sobre imagens fotográficas e você achando que eu não me interesso por fotografia.

Obs :Achei esse rascunho não publicado que estava armazenado há bastante tempo no painel do blogger. Gosto de dizer as coisas quando elas já ressignificam outras nada a ver
0     10:34 PM
Quando eu era uma moça ingênua e sem repertório li O Nome da Rosa e foi como se fosse a oitava maravilha do mundo. De modos que durante muito tempo meu sonho de jovem jornalista era entrevistar Umberto Eco.

Mas aí os anos passaram e eu descobri que ele não era nem um gênio literário nem da semiótica (isso não é uma crítica). Mas o mundo é um moinho mesmo e dia desses ele cagou bem cagadinho na minha cabeça e me ensinou a estudar. Ah Umberto, se eu tivesse conhecido esta faceta sua 15 anos atrás...
0     3:10 PM
Depois que saíram umas sarnas da minha vida o gato parou de feder
0     12:33 AM
Há um ano mais ou menos eu fui chamada pra intermediar uma briga irremediável. Era a separação das mais improváveis e também impossível de ser colada de volta. Aí exatamente hoje, quando estava aqui elucubrando sobre compaixão, sobre o limite da importância, do querer bem mesmo quando isso parece impossível, eu recebi o telefonema mais inimaginável. Pedindo que eu intervisse pelo bem-estar do desafeto. Há esperança no mundo, né? Aliás esse é o parâmetro, acho. Quando se tem que medir o que quer que seja, né? Se quando a coisa pega, se na situação limite, você se move em direção ao outro.
0     10:09 PM
Se tem uma coisa que sempre me chocou e que ultimamente tem me deixado ainda mais incrível é a incapacidade das pessoas de sentirem compaixão (aquela do Kundera)
2     11:42 PM
Tenho chorado de tanta dor. E quer saber o pior? nem chorar direito eu consigo, porque dói.

Update: Como o aumento da dor foi muito gradativo, eu não tinha a mínima noção do quanto ela afetava a minha vida até a 1° cirurgia. Mas agora, lendo os arquivos do blog, está tudo ali. Crescendo silenciosamente. Só eu que não via.

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Christiane, 32 anos. Brasiliense. slamgirl[at]hotmail.com

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